sábado, 30 de dezembro de 2017

Gasolina aumentou 15% em 6 meses


Gasolina aumentou 15% em 6 meses (Foto: Arquivo/Diário do Pará)
As altas no preço dos combustíveis têm efeito dominó na economia 
O preço da gasolina e do diesel comercializados nas refinarias da Petrobras sofrerão novos reajustes. De acordo com a empresa, ontem (29) a gasolina sobiu 1,7% e o diesel 1,1%. A partir do dia (30), haverá novo aumento, de 1,9% para a gasolina e 0,4% para o diesel.
Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA), somente entre os meses de julho e dezembro deste ano, a alta no preço da gasolina já chega a mais de 15%. De acordo com o órgão, o preço médio em Belém é de R$3,941, com o menor preço custando R$ 3,810 e o maior R$ 4,099.
Já o preço do litro do diesel-S10 custa em média R$ 3,414 com o menor preço sendo comercializado a R$ 3,250 e o maior a R$ 3,689. O litro do etanol, segundo o Dieese/PA, está custando em média R$ 3,411 com o menos preço sendo comercializado a R$ 3,189 e o maior a R$3,739.
Nesta semana, o preço dos combustíveis nas refinarias já haviam sido ajustados. Na quarta-feira (27), houve aumento de 1,1% no diesel e redução de 0,4% na gasolina. Já na quinta (28), também houve aumento de 0,9% no diesel.
O preço final ao consumidor, nas bombas, dependerá de cada empresa revendedora e dos próprios postos de combustíveis. Pela nova dinâmica de preços da estatal, em vigor desde julho deste ano, os aumentos poderão ocorrer até diariamente. Segundo análises do Dieese/PA, as altas nos preços dos combustíveis têm efeito dominó na economia.
No nosso caso especifico do Pará, esta situação, dependendo do tamanho do repasse, deverá trazer novos impactos nos preços, principalmente de produtos da alimentação básica, em função de aumentos nos preços de fretes e também de aumento na inflação.
R$ 3,941 - É o preço médio da gasolina comum, por litro nos postos de combustíveis de BelémR$ 3,810 - É o menor preço encontrado pelo DIeese nos postosR$ 4,095 - É o valor máximo cobrado ao consumidor nas bombas em alguns postos da capital(Diário do Pará)
 
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