quarta-feira, 1 de novembro de 2017

EMPRESA INGLESA REQUERE JUNTO AO DNPM 17 MIL KM QUADRADOS DE TERRA NA REGIÃO DO TAPAJÓS. MAS A CÂMARA DE VEREADORES QUER SABER QUAIS OS BENEFÍCIOS QUE ESSA MINERADORA IRÁ TRAZER PARA A REGIÃO

Conforme o mapa mineral do DNPM, a presa inglesa ANGLO NIQUEL requereu 173 áreas para pesquisa de cobre nos municípios de Itaituba, Jacareacanga, Trairão e Novo Progresso, num montante de aproximadamente 1.700.000 hectares, ou seja 17.000 Km2.

A denúncia é do vereador Peninha, que está preocupado com esta situação, pois grande parte dos requerimentos se sobrepõe áreas já requeridas ou que tem gente trabalhando. Os requerimentos custaram a empresa ANGLO NIQUEL em torno de R$: 250.000,00, entre montagem dos processos e taxas do DNPM, já que cada processo junto ao DNPM custa em torno de R$: 1.000,00.

O vereador acredita que quando da análise por parte dos técnicos do DNPM de cada requerimento, a maioria será indeferido, pois estão sobre áreas já requeridas, ou seja haverá interferência de áreas. Mas, o que vem chamando a atenção do vereador, é que os 173 requerimentos que deram entrada no DNPM são para pesquisa de cobre, todavia estas áreas são ricas em ouro e cassiterita. Tanto é, que tem gente trabalhando há anos extraindo ouro e cassiterita, ressaltou Peninha.

O que espero, lembrou o vereador Peninha, é que esta empresa recolha o ISS sobre estes alvarás de pesquisas, pois hoje temos centenas de alvarás de pesquisas, que já foram realizadas e até hoje não foram recolhidos aos cofres públicos municipal o ISS-Imposto sobre serviço da pesquisa. Também espero, continuou o parlamentar, que o DNPM análise com carinho estes processos, pois chamo a atenção para áreas que já existe requerimento, assim como também garimpeiros trabalhando.

Fonte: http://plantao24horasnews.com.br com informações Gabinete do Vereador Peninha.

 
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