segunda-feira, 12 de junho de 2017

JOVENS SÃO MORTOS A TIROS E FACADAS EM CASTANHAL


Resultado de imagem para FOTOS DE VIOLÊNCIA TIROS E FACADAS DEMONSTRAÇÃO
Na cidade de Castanhal, no nordeste paraense, 2 jovens foram mortos a tiros e a facadas durante o fim de semana. O primeiro crime aconteceu na tarde de sábado, por volta das 17h30, no bairro Caiçara, mais precisamente no fim da rua Mário Moura Filho, às proximidades de um canal. A vítima, identificada como Paulo da Silva Santos, de 19 anos, foi morto por disparos de arma de fogo.
O irmão da vítima esteve no local, mas não quis falar com a imprensa nem com policiais militares, que tentavam colher informações sobre como e quem teria praticado o crime.
“O irmão da vítima estava bastante alterado e não quis dar nenhuma informação sobre o fato e nem sobre a vida pregressa do baleado”, disse o sargento PM Adilson.
Moradores da área informaram apenas que viram duas pessoas correndo e logo atrás dois desconhecidos perseguindo-as em uma motocicleta de modelo, cor e placa não anotados. “Só ouvimos os disparos. Depois, já vimos o rapaz caído na calçada, sem vida”, comentavam os moradores da rua Mário Moura Filho.
Chorando bastante, o irmão do rapaz assassinado abraçava e beijava o corpo dele. Durante o trabalho de remoção do corpo e levantamento de local de crime, peritos do Instituto Médico Legal (IML) detectaram 3 perfurações no cadáver, sendo 1 nas costas, um no abdômen e 1 no peito.
Paulo da Silva Santos morava com sua namorada em uma casa situada no Parque dos Buritis. Não há informação se ele possuía ou não envolvimento com a
criminalidade.

FACADAS
O segundo homicídio também aconteceu no bairro Caiçara. Ontem, por volta das 7h, uma pessoa ligou anonimamente para o 190 (Niop) informando que uma pessoa ensanguentada estava caída no meio da rua Maria Caetana da Mota, entre a travessa Capitão Bezerra e a rua Eufrazim de Andrade.
Uma guarnição da Polícia Militar foi até o endereço informado, mas não encontrou ninguém machucado. Suspeitaram até de que poderia ser um trote, mas depois de muita procura encontraram um corpo do sexo masculino dentro de uma lixeira de alvenaria. Uma mulher, que não quis se identificar, disse aos policiais militares que, de dentro de sua casa, teria visto como o crime teria acontecido.
“O assassino parecia ser um senhor já de idade. Ele estava com uma faca na mão e cobrava dinheiro da vítima. O rapaz dizia que o pai dele já havia conseguido o dinheiro e que ia pagar a dívida. O rapaz implorava para não ser morto”, disse a possível testemunha.
Ainda segundo ela, o assassino desferiu a primeira facada nas costas da vítima, que correu por alguns metros, mas logo foi alcançada e recebeu mais uma facada no peito. Depois disso, a suposta testemunha trancou a porta e não viu nem ouviu mais nada. Suspeita-se que o assassino tentou esconder o corpo colocando-o dentro da lixeira de alvenaria.
Até o fechamento dessa edição a vítima havia sido identificada apenas como “Loirinho”, que vendia caranguejo na feira da Ceasa. A polícia trabalha com a hipótese de um acerto de contas.

INVESTIGAÇÕES
 Os dois casos foram registrados na Delegacia de Polícia Civil do centro da cidade, mas serão repassados para a Divisão de Homicídios (DH) do Apeú, distrito castanhalense, onde serão investigados pela equipe do delegado Nélio Magalhães. Nenhum suspeito de envolvimento nos crimes foi preso ainda, nem identificado.
“O assassino parecia ser um senhor já de idade. Ele estava com uma faca na mão e cobrava dinheiro da vítima. O rapaz dizia que o pai dele já havia conseguido o dinheiro e que ia pagar a dívida. O rapaz implorava para não ser morto”, disse a possível testemunha.
Ainda segundo ela, o assassino desferiu a primeira facada nas costas da vítima, que correu por alguns metros, mas logo foi alcançada e recebeu mais uma facada no peito. Depois disso, a suposta testemunha trancou a porta e não viu nem ouviu mais nada. Suspeita-se que o assassino tentou esconder o corpo colocando-o dentro da lixeira de alvenaria.
Até o fechamento dessa edição a vítima havia sido identificada apenas como “Loirinho”, que vendia caranguejo na feira da Ceasa. A polícia trabalha com a hipótese de um acerto de contas.

INVESTIGAÇÕES
 Os dois casos foram registrados na Delegacia de Polícia Civil do centro da cidade, mas serão repassados para a Divisão de Homicídios (DH) do Apeú, distrito castanhalense, onde serão investigados pela equipe do delegado Nélio Magalhães. Nenhum suspeito de envolvimento nos crimes foi preso ainda, nem identificado.
(Tiago Silva/Diário do Pará)
 
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